Instituto Aegea participa de debates sobre resiliência hídrica e desenvolvimento sustentável na SP Climate Week

17/08/2026

O Instituto Aegea participou da programação da SP Climate Week 2026, realizada entre os dias 3 e 7 de agosto, na cidade de São Paulo. Estruturado em torno de seis eixos temáticos alinhados às prioridades da agenda climática brasileira e global, o evento teve como tema central “Da agenda global à ação nos territórios” e reuniu lideranças e especialistas das áreas de inovação, meio ambiente, sustentabilidade, finanças, filantropia e investimento social privado para discutir como transformar compromissos climáticos em ações concretas.

Édison Carlos, presidente do Instituto Aegea, integrou a mesa de discussão “Da COP30 à UN Water Conference 2026: construindo resiliência hídrica com o setor empresarial”, realizada pelo Pacto Global – Rede Brasil. Durante o debate, o executivo reforçou o papel do setor privado na gestão da segurança hídrica e a urgência de ampliar o acesso ao saneamento básico para mitigar os efeitos das mudanças climáticas.

“Participar deste encontro reforçou a importância de unir diferentes setores em torno de um desafio que é de todos: atenuar os efeitos da crise climática em todo o planeta”, afirma Édison Carlos. “O diálogo entre empresas, organizações da sociedade civil e especialistas, cada um trazendo diferentes perspectivas, mostra que enfrentar a crise climática exige soluções construídas de forma coletiva e integrada”, conclui. 

Maíra Sugawara, gerente de Projetos Especiais do Instituto Aegea, participou do painel “Cabeceiras do Pantanal: alianças que transformam paisagens”, organizado pela Arcos Dorados. O espaço destacou a relevância do trabalho conjunto entre diferentes setores para a preservação das bacias hidrográficas e a conservação do ecossistema pantaneiro.

“Quando atuamos na recuperação ambiental para dar mais vitalidade a uma bacia crítica, como as Cabeceiras do Pantanal, fortalecemos a disponibilidade hídrica nesses territórios. A água é o motor do desenvolvimento local: não existe progresso econômico e social sem garantia hídrica”, destaca a gerente. Ela ainda acrescenta que “na escala em que trabalhamos, não fazemos nada sozinhos e é fundamental atuar de forma multissetorial e multidimensional para levar soluções concretas ao território, seja engajando produtores locais, fornecendo subsídios técnicos ou financiando ações na ponta”. 

Conheça o projeto Cabeceiras do Pantanal clicando aqui

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